Relacionamentos da matematemática com as atividades do dia a dia  ocorrem naturalmente a simples compra de verduras e legumes para uma salada envolve cálculos matemáticos quanto a valores a pagar e quantidades a levar, o projeto do PIBID Matemática do dia-a-dia propõe o ensino da matemática com uso de exemplos práticos, oficinas e jogos matemáticos.
Esta proposta de trabalho tem como objetivo geral desenvolver o pensamento crítico e as competências de resolução de problemas fazendo uso da Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas (ABRP).Este modelo reconhece a necessidade de desenvolver competências de resolução de problemas e de ajudar os alunos na aquisição dos conhecimentos e competências essenciais fazendo uso de problemáticas reais, e não simplesmente do estudo de casos hipotéticos com resultados perfeitos e convergentes. 
 
A metodologia consta de aplicação de avaliação com fins de diagnose que permitirá identificar deficiências nos alunos de acordo com os descritores da Prova Brasil

Problemas de diversos níveis de dificuldade serão propostos com finalidade de ajudar o aluno a associar os descritores com situações reais e o material a ser utilizado na elaboração das problemáticas será por exemplo oriundo de planfletos de propagandas, observações do dia a dia e propostas para enfrentamentamento a situações cuja solução esteja no campo da matemática.

Este subprojeto acontece com 20 bolsistas(alunos do curso de matemática da Unimontes) e tres supervisores (professores de matemática da escola selecionada) da Escola Municipal Afonso Salgado por ter baixo IDEB  configurando assim o  o desafio de contribuição mais importante no cenário municipal.

Aplicação da Teoria de Resposta ao Ítem (TRI) para avaliações parciais e final das habilidades e conhecimentos adquiridos.

O aluno terá, depois de conhecer o problema, tem um tempo para propor uma solução, o que pode acontecer com intervenção do professor/bolsista que se encontrar na sala, o qual poderá  propor

sugestões que facilitem ao aluno a percepção da solução do problema.

Encontrada a solução as etapas utilizadas para a obtenção da mesma deverão ser discutidas detalhadamente permitindo ao aluno a construção do conhecimento necessário.

As questões deverão atender sempre aos descritores da Prova Brasil.

Softwares, sempre que possível, serão utilizados com a finalidade de propiciar maior e melhor visualização das etapas resolutivas. O uso de informática deverá atender ainda ao principio da Inclusão digital, permitindo ao aluno familiarizar-se com computadores e softwares, serão utilizados softwares gratuitos e disponíveis na internet  tais como Geogebra e Winplot.

Após as etapas acima relacionadas o bolsista apresenta oficina pertinente aos temas em discussão permitindo ao aluno uma ampliação de sua percepção e conduzindo-o a formalização do conhecimento criado.

As intervenções na Escola  acontecem em encontros semanais de 4 horas de duração e em horário diferente ao de aula dos alunos participantes, podendo mesmo ser aos sábados.

Os bolsistas participam de uma reunião semanal para discutir os assuntos pertinentes ao trabalho executado na escola.

Atingindo os seguintes resultados:

  • Combater o alto índice de evasão do curso de matemática.
  • Qualificar o licenciando em matemática da Unimontes para exercício de sua profissão.
  • Favorecer a inclusão digital.
  • Possibilitar a inclusão social através de educação de qualidade.
  • Possibilitar o aluno do curso de licenciatura da Unimontes conhecer o cenário das escolas vivenciando as mesmas através de suas carências e necessidades.
  • Fornecer ao aluno ferramentas de eficiência cientificamente comprovadas para o acompanhamento da aprendizagem
  • Estimular a discussão sobre a necessidade de se utilizar novas metodologias e técnicas no ensino da Matemática.
 
  
 
 

 

 

A prognose futura de variáveis pode ser efetuada com uso de regressão com uso de modelos lineares ou não lineares. Os modelos lineares são de fácil ajuste por apresentarem em sua modelagem matemática soluções exatas enquanto os modelos não-lineares são ajustados a partir da teoria assintótica e apresentam um maior grau de dificuldade em seu uso, contudo os modelos lineares apresentam apenas uma relação entre variáveis enquanto os modelos não-lineares que em geral são oriundos de estudo da situação problema permitindo interpretações em seus parametros. O uso de modelos não lineares torna-se então importantíssimo para a realização de trabalhos em diversas áreas. Em muitos casos os ajustes de tais modelos podem ser efetuados por uma transformação,  mas segundo Ratkowsky (1983), transformações podem ser muito úteis em algumas circunstâncias, contudo devem ser consideradas somente como um último recurso, uma vez que, quando uma, algumas ou todas  as variáveis são transformadas, os coeficientes deixam de ter as mesmas interpretações diretas que tinham na equação original, o que equivale a dizer que o modelo resultante é capaz apenas de expressar uma relação entre as variáveis e este modelo se torna desprovido das informações biológicas importantes que são, em geral, pertinentes a criação dos modelos não lineares.

Apesar da enorme importância dos modelos não lineares, estes ainda são pouco utilizados na prática, devido, sobretudo, conforme mencionado, à maior facilidade de ajuste dos modelos lineares, pois nestes últimos a  solução do sistema de equações normais é obtida por meio algébrico não se fazendo necessário a utilização de métodos iterativos que necessitam de bons valores iniciais para alcançarem a esperada convergência. Deve-se considerar também que modelos não lineares podem, ainda, ter ser uso restringido por seu grau de não linearidade, uma vez que, em caso da presença acentuada deste, diversas das inferências estatísticas obtidas podem ficar invalidadas. Neste sentido trabalhos que facilitem o ajuste destes modelos são essenciais para o seu uso nas diversas áreas das ciências aplicadas que façam uso de modelagem.

 
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“Fracassei em tudo o que tentei na vida.
Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui. 
Tentei salvar os índios, não consegui. 
Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. 
Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. 
Mas os fracassos são minhas vitórias. 
Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu”

Só há duas opções nessa vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca”

Darcy Ribeiro

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Por muito tempo se tem discutido sobre as avaliações educacionais, pois este tem sido um dos maiores problemas na prática pedagógica. A avaliação deve atender a uma prática social ampla e na educação deve participar como uma ferramenta que permita quantificar o conhecimento adquirido possibilitando ao professor a melhor reorientação de seu trabalho para atender as verdadeiras necessidades que apresentam deficiências na formação do aluno, contudo nas escolas sua utilização não tem atendido esta dimensão, e vem sendo abordada ao longo das décadas como atribuição de notas, visando o sucesso ou não do aluno em geral assumindo uma  finalidade meramente classificatória.           

Num processo de ensino aprendizagem as avaliações são e devem ser  tratadas como obrigatórias e, através delas, deve-se obter  o  "feedback" pelo qual se define a direção a ser tomada  para que se consiga atingir os objetivos pessoais e sociais além, é claro,  tomar uma série de decisões relativas ao  ”objeto avaliado.

          Nem sempre o professor define os objetivos que quer alcançar com seus alunos durante uma avaliação e a avaliação, neste sentido, muitas vezes tem sido utilizada mais como instrumento de poder nas mãos do avaliador e menos como instrumento de retorno sobre a verdadeira situação do avaliado no processo de ensino aprendizagem.

          Muitos avaliadores, cobram conteúdos como se o conhecimento só pudesse ser dimensionado pelo domínio do todo, desconsiderando as diversas habilidades específicas exigidas para se atingir o resultado final. Hoje em dia , da maneira que  a avaliação é utilizada nas salas de aula, observa-se, quase que geralmente, um instrumento simplesmente com intenção classificatória, ou ainda pior, como a foice da morte que tem a finalidade  decisória da aprovação ou reprovação, ou seja, esta é utilizada como o documento que justifica a necessidade da exclusão escolar.Sente-se portanto que é premente e necessário redimensionar a prática de avaliação no contexto escolar. Então, não só o aluno, mas todos os envolvidos na prática pedagógica poderão, através dela, refletir sobre sua própria evolução na construção do conhecimento. A metodologia de quantificação da avaliação mais utilizada durante muito tempo tem sido a Teoria Clássica dos Testes (TCT), que tem exercido a função de instrumento que avalia e classifica alunos, suas limitações têm sido discutidas há muitas décadas, a principal limitação da TCT refere-se ao fato de que todas as medidas são dependentes da amostra dos indivíduos que responderam ao instrumento. Foi considerando as limitações da TCT, que os psicometristas propuseram uma nova abordagem na tentativa de solucionar tais problemas utilizando a TEORIA DE RESPOSTA AO ITEM (TRI). Esta teoria visa superar as limitações da teoria clássica, e não entrar em contradição com seus princípios, sugerindo uma nova proposta estatística, a de análise centrada nos itens, apresentando ainda novos recursos tecnológicos para a avaliação psicológica e educacional. Atualmente, em várias áreas do conhecimento, particularmente em avaliação educacional em massa, vem crescendo o interesse na aplicação de técnicas derivadas da Teoria de Resposta ao Item – TRI, que propõe modelos para os traços latentes, ou seja, características do indivíduo que não podem ser observadas. A TRI vem sendo utilizada em diversos processos de avaliação em massa como ENEM e SAEB, o que gerou curiosidade da população para saber mais a respeito dessa teoria. Difícil para o entendimento dos leigos, a TRI é matematicamente complexa, exigindo a utilização de recursos computacionais específicos para a sua aplicação.